Roteiro: 2 dias em Visconde de Mauá

Por lá, diversas cachoeiras, poções, e muita natureza encantam os turistas o ano inteiro. Confira o que fazer em 2 dias em Visconde de Mauá

Visconde de Mauá é um distrito de Resende, no Rio de Janeiro. A região possui três cidades principais (uma bem perto da outra): Visconde (a mais conhecida – mas não a mais movimentada); Maringá e Maromba. Por lá, diversas cachoeiras, poções, e muita natureza encantam os turistas o ano inteiro. Confira o que fazer em 2 dias em Visconde de Mauá:

 

Como chegar e onde ficar:

 

Vale a pena se hospedar em uma das pousadas que beiram o rio próximo a Maringá (uma cidadezinha mais movimentada, meio-caminho para todas as principais cachoeiras) ou Maromba (para quem curte um clima mais hippie).
A pousada Colher de Chá fica pertinho de Maringá na beira do Rio. São chalézinhos coloridos na beira do Rio com um ótimo custo-benefício. Uma graça!
A região fica a 3h30 de carro de São Paulo e a 3h do Rio de Janeiro.

2 dias em Visconde de Mauá:

 

1º dia: o que fazer por lá

Subida na Pedra Selada

 

Aos apaixonados por aventura, aconselhamos começar a viagem com a subida ao pico da Pedra Selada, a 2.755 metros de altitude, com vista para o Vale do Paraíba e do Rio Preto. São 2h de subida íngreme, mas com pausas em duas cachoeiras para dar aquela quebrada no cansaço.

 

A dificuldade da trilha é média, então é preciso estar com um bom preparo físico para chegar e depois descer tudo de novo por mais 2h (4h de trilha no total).

 

Quando fomos, havia diversos cachorros grandes fazendo a trilha com seus donos. Inclusive, um vira-lata que vive por lá subindo e descendo. Nós precisamos levar a Lola (porque fizemos check-out do hotel) e ela amou – mas a levamos no colo pela maior parte da trilha porque ela é pequenina, mas deu tudo certo (só não aconselho fazer o mesmo se tiver escolha)! Só não esqueça de vacinar e dar remédio de pulgas e etc para o seu cachorro antes de ir – para protegê-lo e também para proteger a natureza.

 

É preciso tomar muito cuidado ao chegar ao topo da Pedra Selada. Não existe nenhum tipo de proteção e o pico é rodeado por um imenso abismo. Porém, a vista é deslumbrante!

São 360º de vista panorâmica do maciço de Itatiaia, que divide o Vale do Paraíba e o Vale do Rio Preto. Quando chegar lá em cima, não esqueça de assinar o seu nome no caderninho que fica dentro de uma caixa de ferro preso à pedra.

 

Para entrar na trilha, são R$ 10 por pessoa + R$ 7 para deixar o carro no estacionamento. Vale muito a pena o passeio!

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Cachoeira do Escorrega | Maromba 

 

Um dos grandes fortes da região são as lindas cachoeiras e poços. A cachoeira mais divertida é o Escorrega, que fica logo após a cidade de Maromba.

 

Não é preciso pagar para entrar (apenas para estacionar) e não há trilha para a cachoeira. É só chegar e se divertir com quem estiver descendo a cachoeira sentado, de peito, em pé (tem de tudo), e criar coragem para ir lá também!

 

Vale muito a pena. O Caio foi de primeira, eu fiquei criando coragem (porque a água é geladíssima), mas valeu muito a pena ir também (a adrenalina não deixa vc sentir frio!)! Depois, é impossível ir uma vez só.

 

Perto da cachoeira, existem diversos restaurantes com música ao vivo bons para almoçar por lá (De preferência depois de escorregar, pra não passar mal!, rs!!).

2º dia: o que fazer por lá

Vale do Alcantilado | Maringá 

 

Se você gosta de cachoeiras, vale a pena colocar o Vale do Alcantilado em sua wishlist. Em uma trilha super bem sinalizada você se depara com NOVE cachoeiras (sim, paraíso!), poços, grutas, além da linda fauna e flora do lugar. Até as 6 primeiras cachoeiras a trilha é super fácil (bom para ir com idosos e crianças). Depois dessa ponte aí, a subida fica íngreme para chegar nas outras e a dificuldade aumenta (mas as cachoeiras são, claro, as mais bonitas!).

 

Por ser uma propriedade particular, a entrada custa R$ 16 por pessoa.
A mais alta cachoeira, com 50m de altura, é a que recebe o nome principal da trilha: a Cachoeira do Alcantilado. Porém, esta é uma das únicas cachoeiras (das nove que se encontram ao longo da trilha), onde não é possível tomar banho – apenas por uma ducha com a água da cachoeira.

 

Você vai gastar cerca de 1h30 de trilha – parando nas nove cachoeiras pelo caminho. Para voltar é rapidinho, coisa de 40 min. No total, são 3km de extensão de trilha.

 

A gente não poderia falar tanto do Vale do Alcantilado, sem falar da vista do Parque. Ao longo da trilha, existem alguns mirantes que permitem você admirar a beleza da região.

 

Porém, depois da 5ª cachoeira (das nove da trilha), você encontra um mirante com vários banquinhos, para descansar, tomar um lanche e curtir essa vista incrível! Vale a pena a parada.

 

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Cachoeira de Santa Clara | Maringá

 

Outra cachoeira que vale a visita é a Santa Clara, em Maringá. São 40 metros de queda, com piscina para lavar a alma e se refrescar por lá.

 

Se você estiver com um 4×4, dá para estacionar quase no início da trilha para a cachoeira. Aí, é preciso descer 5 minutinhos em uma trilha curta. Caso esteja com outro tipo de carro, é preciso subir uns 300 metros até o início da trilha.

 

Não é preciso pagar para entrar.

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 Onde comer em Visconde de Mauá

 

Nós adoramos e indicamos muito o italiano Di Napoli, que fica na estrada a caminho da Pedra Selada, após a cidade de Visconde de Mauá. O atendimento e comida são excelentes (italiana de verdade!), por um ótimo custo-benefício

 

O restaurante Rosmarinus é o mais chique – vulgo, mais caro – da região. Porém, não deixa nada a desejar na gastronomia. Pelo contrário. É preciso provar as tradicionais trutas de Mauá (criadas por lá mesmo!).

 

E você? Já sabe o que fazer em 2 dias em Visconde de Mauá agora? Comente aqui!

 

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